RECORDE NAS EXPORTAÇÕES

Exportação de carne suína bate recorde em março com alta de 32%

Demanda internacional impulsiona embarques e receita, com destaque para Filipinas, Japão e China no início de 2026

Cortes de carne suína crua dispostos em tábua com ramos de alecrim e grãos de pimenta em preparação culinária
Exportação de carne suína cresceu 32% em março (foto: Reprodução/Internet)

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A exportação de carne suína brasileira atingiu recorde em março de 2026, com embarques de 153,8 mil toneladas. O volume representa alta de 32,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A receita também alcançou nível histórico para o mês, somando US$ 361,6 milhões, avanço de 30,1% na comparação anual. O desempenho reflete a forte demanda internacional pela proteína brasileira. No acumulado do ano, o país exportou 392,2 mil toneladas, crescimento de 16,5%.

Em receita, o total chegou a US$ 916 milhões, alta de 16,1% em relação ao mesmo período de 2025. As Filipinas lideraram os destinos em março, com 48,9 mil toneladas embarcadas, aumento de 80,7% na comparação anual. Em seguida aparecem Japão, China, Chile e Hong Kong.

Exportação de carne suína mantém ritmo de alta

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o cenário internacional segue favorável. “A demanda global por carne suína do Brasil segue elevada, em especial, em mercados como Filipinas, Japão e outros países da Ásia e da América do Sul“, disse o executivo.

“O comportamento das exportações neste início de ano deve persistir ao longo dos próximos meses, confirmando a projeção de alta para os embarques de 2026”, afirmou. O resultado reforça o posicionamento do Brasil no mercado global de proteína animal, com ampliação de mercados e aumento consistente das vendas externas no início do ano.

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